Gestão de viagens · · 1 min de leitura
Política de viagens que funciona antes da reserva, e não depois
Regra que só aparece na conciliação vira retrabalho. Veja como levar limites, aprovações e fornecedores preferenciais para o momento em que a viagem é pedida.

Toda empresa tem uma política de viagens. O problema é quando ela só aparece depois que a viagem já aconteceu: no reembolso recusado, na fatura que não bate, na conversa difícil com quem viajou.
O custo de descobrir tarde
Quando a regra mora num PDF, cada pedido depende da memória de quem reserva. Aí o time financeiro vira o guardião da política, e a conciliação vira o lugar onde se descobre o que deu errado.
Política boa é a que o viajante nem precisa lembrar: ela já está aplicada na hora de escolher o voo.
Três movimentos para levar a regra para a origem
- Limites por cargo e por destino configurados na ferramenta de reserva.
- Fluxo de aprovação automático só para o que sai da regra.
- Fornecedores preferenciais em primeiro lugar na busca.
O resultado é menos exceção para tratar e mais tempo para o que importa: decidir com informação, e não apagar incêndio.